quinta-feira, 23 de maio de 2013

MÓDULO IX.ATIVIDADE: DESVENDANDO O POETA E SUAS POESIAS ( AGUARDEM!! JÁ!! VEM MAIS)



MÓDULO IX
(QUINTO ENCONTRO)


O HOMEM E A NATUREZA: VALORIZAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS


INICIAMOS O ENCONTRO ASSISTINDO O VÍDEO" Sempre um papo de Laura Melo" que trata da vida e obra de Cláudio Manoel da Costa. confiram na pasta tá!!


ESTA SEMANA OS ALUNOS REALIZARAM A ATIVIDADE: DESVENDANDO O POETA E SUAS POESIAS

Esta atividade consistiu em trabalhar alguns poemas de Claudio Manoel da Costa,atrelado com 4 diferentes gêneros textuais, e depois de explanar cada proposta foi sorteado entre os alunos qual eles iriam trabalhar.
Proposta 1: Diálogo
Proposta 2 : Carta pessoal
Proposta 3: Propaganda
Proposta 4:Análise da tirinha



Aluna: Nathália Mayanna
Proposta sorteada: Diálogo
Personagens: João e José
João: Olá, compadre! Como vai a vida lá na roça?
José: Opa, compadre! Tudo conforme Deus quer e, por lá, como está Maria e a gurizada?
João: Estão bem, graças a Deus! Só Maria que anda meio preocupada com violência lá na cidade, não temos passado um dia se quer, sem ver uma pessoa morta... E os assaltos?! Estão a mil! De uma em uma hora ficamos sabendo de um roubo na vizinhança, estamos em dias de guerra. Não sei nem o que significa paz compadre!
José: Ave Maria compadre! Se eu fosse ôce trazia a família lá pra roça, pra morar junto com nós, apesar do tempo, que não está tão bom para o agricultor, nós temos tranqüilidade.
João: É verdade, compadre! Eu e minha esposa estamos pensando em ir morar lá, apesar das circunstâncias, lá vocês vivem com sinceridade e, em harmonia com a natureza. Vim para a cidade pensando que tudo ia ser bem diferente, mas não, a realidade é bem diferente por aqui.
José: Então compadre, venha simbora que nós se ajeita por aqui, agora eu ter ir compadre. Mande lembranças para a família.
João: Tchau Zé, mande lembranças lá também!

 PROPOSTA  2: CARTA PESSOAL               



Campina Grande, 22 de maio de 2013
Oi,
Beatriz, estou te escrevendo para lhe convidar para vir na fazenda do meu tio Carlos, porque próxima semana estaremos fazendo um acampamento e como você andou sumida, faço questão da sua presença, estou morrendo de saudades suas e da sua irmã, além disso, é uma oportunidade de você sair deste escritório, eu e meu tio Carlos, estamos muito animados.
Beijos, saudades

PS: Bia, não se esquece de levar um pijama!

Larissa Dayana




PROPOSTA 3: PROPAGANDA.
Aluna: Aline Tavares
SLOGAN:
"A floresta" O PULMÃO DO BRASIL!!
Conservar, simplesmente é viver mais.
uma saúde que todos querem, mais ninguém procura.
Vamos trabalhar juntos para a melhora do nosso país !!!




Aluno: Leovegildo Porto de Sousa Júnior
          Proposta 4: Analisando a tirinha.
                O soneto e a tirinha falam sobre que o “progresso”, mudou completamente o local da natureza.
              O soneto fala de um sítio com um vale, um monte, e tudo estar mudado, tinha árvores tão florescentes que perpetuavam a primavera; Agora nem tronco decadentes. Ele até se engana á região de antigamente do sítio.
            Já a tirinha “Kava” pergunta para Papa: “como os caraíba chamam aquilo”, e papa responde “progresso” olhando para os restos dos troncos das árvores.
            Isso significa que o homem, invade, modifica e destrói a natureza sem se dar conta do que está fazendo com a natureza.


                



  Aluno: Felipe Marinho da Silva Neto

Proposta escolhida (surpresa): Proposta 4 (Analisando a tirinha)
A relação estabelecida entre as duas obras: a tirinha e o soneto é de que o ambiente natural está sendo modificado, está sofrendo com a ganância humana. Os lugares onde passávamos, andávamos, caminhávamos quando menores não são mais os mesmos, agora está posto um “falso progresso” que acaba com a natureza, como florestas destruídas todos os dias  na Amazônia para implantação de pastos de gado e indústrias madeireiras. Ou seja, o que chamamos de progresso não passa de uma falsa ideia colocada na nossa mente, quando na verdade estamos acabando com o nosso planeta, estamos destruindo as nossas origens.


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